domingo, 11 de setembro de 2016

HCG A DIETA DOS FAMOSOS

“Uma jornada de milhares de quilômetros começa com um passo”

“Se continuar fazendo o que sempre fez, vai continuar obtendo os resultados de sempre.”


“Não há nada impossível, pois os sonhos de ontem, são a esperança de hoje e podem converter-se em realidade amanhã.”


“Daqui há um ano você vai desejar ter começado hoje!!! 

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Dieta dos 21 Dias

O Que é a Dieta de 21 dias?

A Dieta de 21 dias é um Revolucionário Protocolo de Emagrecimento (100% Natural) que foi baseado em mais de 1.200 Experimentos Científicos para Ajudar Você a perder Peso e Gordura Corporal - Mais Rápido do que qualquer outro Método que Você já tentou...
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As vantagens e as desvantagens de se fazer exercícios em dupla

Fazer exercícios em duplas é uma prática cada vez mais popular, mas será que vale a pena?

A cena parece perfeita: logo pela manhã um casal passa correndo e se exercitando antes de começar um dia de trabalho, um momento de conexão entre os dois que gera benefício individual, físico e mental



Fazer exercícios em duplas é uma prática cada vez mais popular.
Provavelmente o motivo é a falta de tempo e a rotina cada vez mais agitada. Muitos tentam aproveitar ao máximo o tempo que sobra no dia com as pessoas mais próximas e isso não é feito apenas com o ócio ou divertimento, mas também com atividades que tragam um benefício comum.
"Os benefícios do exercício são claros e foram demonstrados em muitos estudos: desde funcionar como um antidepressivo até as vantagens diretas para a saúde e condicionamento físico das pessoas", disse à BBC Mundo a psicanalista Alejandra Menassa, que já publicou trabalhos especializados em psicologia do esporte
"Além disso, cria uma sensação de bem-estar ao liberar a endorfina. Quando esta sensação é compartilhada com seu parceiro ou parceira é potencializada já que se trata de uma pessoa próxima, com a pessoa com quem você tem um laço afetivo e isso faz com que seja mais agradável."
Motivação

Há estudos que mostram que há vantagens em fazer exercício com um parceiro ou em grupo em relação às pessoas que fazem exercícios sozinhas.

Os adeptos da atividade física em duplas ou grupos ficam mais felizes e têm mais energia, eles enfrentam os desafios em equipe e isto contribui para um estímulo positivo.
"É mais fácil para as pessoas fazer exercício com alguém já que qualquer atividade proposta a um ser humano será mais fácil de ser feita se ele adquirir um compromisso com outra pessoa", afirmou Menassa.
A médica acrescenta que já foi demonstrado que quando as pessoas fazem exercício em dupla "ficam mais tempo na atividade, não abandonam logo".
"Às vezes você não tem vontade de ir sozinho à academia quando precisa ir ou quando precisa fazer uma corrida e simplesmente decide não ir. Mas se há alguém que está te esperando, com quem combinou ir, pode ser que você se sinta pressionado a cumprir (o compromisso)."
Conexão

Um dos maiores benefícios de fazer exercício em dupla é a conexão que aparece entre as duas pessoas, já que não apenas influi na atividade física mas também no aspecto emocional.

Alejandra Menassa afirma que existem muitos aspectos positivos quando a dupla têm interesses em comum.
No aspecto exclusivamente físico, uma pessoa pode ajudar a monitorar constantemente o progresso da outra, corrigir ou melhorar uma postura ou animar o parceiro ou parceira quando surge alguma dificuldade em algum execício.
E isto pode oferecer uma nova via de comunicação, além de complementar a rotina de ambos incorporando exercícios que eles não praticariam de forma individual.
No entanto, apesar de todas as vantagens, também existem inconvenientes.
"Se você está muito concentrado na realização de um exercício que é muito preciso, por exemplo, com uma máquina em que precisa ter muito cuidado com a postura, fazer este exercíco em dupla pode ser um elemento de distração se estão em um momento de muita atração sexual ou de tensão", disse a psicanalista.
Competitividade

As diferenças quanto ao rendimento também podem ser contraproducentes na hora de fazer exercícios em dupla.

Pode ser um estímulo para o progresso do outro mas também pode ser um limitador na hora de conseguir novos objetivos.
"Por exemplo: tenho uns pacientes que são corredores de maratona e ele sempre tem dificuldade para progredir pois tem uma marca melhor que a dela mas não quer deixá-la para trás", disse Menassa.
"Isso gera um pouco de conflito porque há um nível de competitividade, como é habitual nos esportes."
Neste sentido é importante estabelecer que não se trata de saber quem é o mais forte ou mais rápido, é preciso compreender as diferenças entre o organismo feminino e o masculino e também onde cada um pode chegar.
Objetivos em comum?

Apesar de todas estas razões, não é tão fácil chegar a um consenso quanto aos benefícios de se fazer exercícios em duplas.

Muitas academias recomendam que sejam estabelecidos programas de exercícios individuais e em horários diferentes para concentrar o esforço nas necessidades de cada um.
A razão é que é muito difícil estabelecer objetivos em comum ou mudar as rotinas devido às diferenças entre a maioria dos casais e devido à tensão que isto pode gerar em uma relação.
"Depende muito do casal, já que há partes que ambos decidem compartilhar (...). Mas outras pessoas reservam o momento da academia ou do exercício apenas para eles e para fazer coisas individualmente", afirmou a psicanalista.
"É por isso que a academia frequentemente é um bom momento do dia para estar sozinho, estar em uma hora privada que a pessoa não quer compartilhar", disse.
Uma famosa psicóloga sentimental, Sherry Amatenstein, publicou em um de seus trabalhos que "os casais que transpiram juntos ficam juntos", já que a atividade física benefícia o corpo e a mente.
Mas é importante entender que não há algo universal que serve para todos e que são os próprios casais que devem decidir se fazer exercício também contribui para melhorar o relacionamento.
http://saude.ig.com.br/bemestar/2016-04-02/as-vantagens-e-as-desvantagens-de-se-fazer-exercicios-em-dupla.html

Escutar som da mastigação pode ajudar a comer menos, diz estudo

O mesmo acontece na situação inversa: mascarar o barulho da mastigação com outro som pode fazer comer mais.


Pode parecer estranho, mas uma pesquisa recente sugere que prestar atenção aos sons que fazemos quando mastigamos pode interferir na quantidade de alimento que ingerimos.
Pesquisadores da Universidade Brigham Young e da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, fizeram um estudo para analisar esse efeito.
Eles concluíram que quanto mais nos "entretemos" com os barulhos que fazemos ao mastigar, menos comemos.
Quando vamos ao cinema, por exemplo, e compramos uma pipoca, em geral devoramos o pacote em poucos minutos.
Nosso cérebro está "distraído" com o filme e isso faz com que comamos tudo sem perceber.
O mesmo costuma acontecer quando se come vendo televisão ou quando se compartilha uma refeição com amigos em uma conversa animada.
"É comum não repararmos no som que emitimos quando estamos comendo, mas prestar atenção nisso pode ajudar a reduzir o consumo dos alimentos", explica Ryan Elder, um dos autores da pesquisa, que foi divulgada pela publicação científica Food Quality and Preference.
'Sinal sensorial'

Muitas vezes se presta atenção na aparência, no cheiro ou no gosto da comida, mas não muito no som que ela faz quando a mastigamos.

Gina Mohr, também autora do estudo, reforça que os sons são "um sinal sensorial importante" da experiência culinária.
Os pesquisadores chamam de "sons alimentícios" os barulhos que produzimos ao mastigar e triturar a comida que ingerimos.
O problema, segundo Elder e seus colegas, acontece quando outros sons "mascaram" esses ruídos que nos ajudam a ser mais conscientes quanto ao que comemos.
Para averiguar o alcance desse fenômeno, os cientistas fizeram três experimentos analisando o que chamam de "proeminência do som na alimentação".
Um deles mostrou que as pessoas comem menos quando o som da comida é mais intenso.
Para investigar essa relação, os pesquisadores deram fones de ouvido aos voluntários para controlar o volume em que escutavam seus ruídos ao mastigar alguns pretzels.
"Descobrimos que quanto mais alto era o som da mastigação, menos os participantes comiam", disse Mohr à BBC.
Segundo Mohr, "escutar o som dos alimentos nos lembra que estamos comendo". "É um indicador natural que estamos participando do processo alimentício e isso nos ajuda a comer mais conscientemente", diz.
Situações sociais

O mesmo acontece na situação inversa. "Quando você mascara o som dos alimentos, como quando vê televisão enquanto come, ignora um dos sentidos. Isso pode fazer com que coma mais do que comeria normalmente", diz Elder.

"Pode ser que os efeitos não pareçam ser tão grandes (os voluntários comiam um pretzel a menos em média ao escutar os sons), mas ao longo de uma semana, um mês ou um ano, eles se acumulam."
Por isso, segundo Mohr, é aconselhável, na medida do possível, reduzir os ruídos ao nosso redor enquanto comemos.
"Há situações sociais que nos fazem moderar o volume da mastigação e sermos mais cuidadosos com os ruídos que fazemos para comer", diz. "O importante é prestar atenção a esse ruído, seja ele alto ou baixo.
http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2016-04-09/escutar-som-da-mastigacao-pode-ajudar-a-comer-menos-diz-estudo.html